quinta-feira, 29 de março de 2012

A Beleza Paraense I

No inicio do século XX,  a Revista do Norte resolveu publicar fotografias do que era considerado o padrão de beleza no Pará. Nossa beleza como resultado do Luso-tropicalismo.

sábado, 30 de julho de 2011

quarta-feira, 20 de julho de 2011

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Do ano de 1904

Collegio N. S. do Rosario


Alunos na aula de ginastica
Localizei estas fotografias deste Colegio antigo de Belém, mas não sei onde funcionava. Elas são datadas de 1903. Alguem tem alguma ideia de onde era?

Fonte: Revista do Norte 16 de maio de 1903 - Acervo Thiago Vianna

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Jovens Artistas - Euclides Fonseca


Essa fotografia já possuiu publicação tanto na revista Belém Nova (década de 20) como na revista Amazônia (década 50), mas resolvi traze-la ao publico mais uma vez.
Na década de 20, Bruno de Menezes liderava um grupo de intelectuais à frente da revista "Belém Nova" e esta fotografia marca a vinda do artista pernambucano Euclides A. Fonseca, a cidade de Belém.
Sentados da esquerda para direita, estão Paulo de Oliveira, o pintor Euclides Fonseca e Edgar Franco. De pé (na mesma ordem) Clovis de Gusmão, Farias Gama, Bruno de Menezes e de Campos Ribeiro.
O pintor pernambucano veio a Belém no ano de 1924 em transito como premio de uma de suas conquistas artísticas. A impressão que obteve da cidade foi tão grande que influenciou sua obra, principalmente no que se refere à cerâmica marajoara, que passou a ser uma de suas paixões. Um artista versátil se destacou no campo da pintura, escultura e cerâmica, deixando obras espalhadas por todo o Brasil.

Luzes da Cidade




As fotografias estão identificadas como sendo a iluminação de Natal da Praça da Republica, durante a administração do prefeito Abelardo Santos (década de 30). ( Acervo da APL)

terça-feira, 28 de junho de 2011

Um Artigo do Dr. Gilmancio

Hoje resolvi transcrever um dos artigos do autor original do Álbum dos Juvêncio, o Dr. Demétrio Bezerra da Rocha Moraes, que assinava com o pseudônimo de Gilmancio.
Dr. Demétrio era um dos membros do partido Liberal e fazia forte oposição aos membros do partido conservador, estando entre um dos seus principais inimigos o Dr. Heraclio Vespasiano Fiock Romano, a quem esta carta é dirigida.

                                                              Ao sr. Dr. Juvencio Fleck

                                                                                  Quem tem a roupa rasgada não se expõem ao frio
                                                                                                                                                                                                        Gilmancio

Agradecido a v. exc. pela graciosa atenção com que me fez notar as faltas e omissões do meo álbum, devo confessar que, tendo escrito sobre a perna e circunscripto ao rodapé deste jornal, somente procurei apanhar os traços gerais do caráter de v. exc. Não pretendi escrever a sua biografia completa; ainda é muito cedo, v. exc. está moço. Mas se v. exc. deseja que desde já sejam dadas a publicidade as bases da celebração do seo centenário, eu o farei sob as suas vistas.
Por exemplo, v. exc. me dirá se eu devo falar do azar que arrebata durante a noite aquillo que a gente arranja durante o dia. Se devo tratar daquela audaciosa esperteza que a velha Gertrudes denunciou ao chefe de policia. Se sera proveitoso contar a historia daqueles terrenos que certo cavalheiro fez cercar por engano e d’aquelles outros que o mesmo cavalheiro deo a registros sito, em Marajó. Se convirá que eu diga o que significa um fiock entre os garotos & & &.

Todas estas cousas darão um grosso volume, mas prometo escreve-lo com toda consciência, em 15 dias.

Aposentado com casa mesa e luz, sobra-me tempo para procurar as razões pelas quaes v. exc. não tem aposento nem garrotes para capar.
Veja v. exc. quanto é melhor caçar dotes do que esperar o chorrilho das sortes.
Veja v. exc. quanto é melhor capar garrotes do que capar as paradas com medo do doublé.
Emfim exm. Sr., o meo particular amigo David Freire que eu muito estimo e aprecio, pedio-me que protestasse contra a afirmação de v. exc. no que se refere aos negócios da alfandega.
Diz ele que v. exc. quando veio para esta província já era homem feito,
                                                                                     De v. exc. admirador
                                                                                                                          Gilmancio

Fonte: Liberal do Pará – 14 de maio de 1882

As disputas dos políticos de hoje, são mera brincadeira de criança perto das insinuações e ofensas proferidas nessa época.