O Álbum dos Juvêncios é um olhar sobre a Província do Pará do século XIX e início do XX. Através dele se deslumbrará um pouco da história da província e dos homens que a fizeram. O Álbum é inspirado em uma série de artigos publicados no final do século XIX pelo bacharel Demétrio Bezerra da Rocha Moraes, em que expunha a vida dos políticos do partido de oposição.
sábado, 25 de agosto de 2012
Os Sarados !!!
terça-feira, 24 de abril de 2012
quarta-feira, 20 de julho de 2011
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Luzes da Cidade
As fotografias estão identificadas como sendo a iluminação de Natal da Praça da Republica, durante a administração do prefeito Abelardo Santos (década de 30). ( Acervo da APL)
terça-feira, 28 de junho de 2011
Um Artigo do Dr. Gilmancio
Ao sr. Dr. Juvencio Fleck
Agradecido a v. exc. pela graciosa atenção com que me fez notar as faltas e omissões do meo álbum, devo confessar que, tendo escrito sobre a perna e circunscripto ao rodapé deste jornal, somente procurei apanhar os traços gerais do caráter de v. exc. Não pretendi escrever a sua biografia completa; ainda é muito cedo, v. exc. está moço. Mas se v. exc. deseja que desde já sejam dadas a publicidade as bases da celebração do seo centenário, eu o farei sob as suas vistas.
Por exemplo, v. exc. me dirá se eu devo falar do azar que arrebata durante a noite aquillo que a gente arranja durante o dia. Se devo tratar daquela audaciosa esperteza que a velha Gertrudes denunciou ao chefe de policia. Se sera proveitoso contar a historia daqueles terrenos que certo cavalheiro fez cercar por engano e d’aquelles outros que o mesmo cavalheiro deo a registros sito, em Marajó. Se convirá que eu diga o que significa um fiock entre os garotos & & &.
Todas estas cousas darão um grosso volume, mas prometo escreve-lo com toda consciência, em 15 dias.
Aposentado com casa mesa e luz, sobra-me tempo para procurar as razões pelas quaes v. exc. não tem aposento nem garrotes para capar.
Veja v. exc. quanto é melhor caçar dotes do que esperar o chorrilho das sortes.
Veja v. exc. quanto é melhor capar garrotes do que capar as paradas com medo do doublé.
Emfim exm. Sr., o meo particular amigo David Freire que eu muito estimo e aprecio, pedio-me que protestasse contra a afirmação de v. exc. no que se refere aos negócios da alfandega.
Diz ele que v. exc. quando veio para esta província já era homem feito,
De v. exc. admirador
Gilmancio
Fonte: Liberal do Pará – 14 de maio de 1882
terça-feira, 14 de junho de 2011
Bidu Sayão em Belém
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Chuva e Nostalgia

Na postagem passada mostrei a cidade alagada, pela enchente da baia e por uma possível chuva no inicio do século passado, hoje, posto uma foto de Belém da primeira metade do século passado, menos dramática, porem bem mais nostalgica.
Uma imagem de um fenômeno típico de Belém, mas que retrata uma calma já não mais existente.
Foto: Rua ainda não identificada e sem datação. Acervo de Vera Lyra de Lemos
terça-feira, 7 de junho de 2011
Os Alagamentos de Belém


Nascemos no meio da selva e cercados de rios, mas isso não quer dizer que devemos viver com os pés na água. Nessa época é quase impossível sair nas ruas, depois de uma de nossas tradicionais chuvas, e não encontrar uma rua no fundo. Se a 100 anos atrás a única culpada era a enchente da baia do Guajará, hoje somos nos mesmo com todo o lixo que entulhamos nos canais e córregos da cidade. Ainda dava para brincar e andar de canoa na cidade sem o risco de pegar muitas doenças.
Imagens da década de 20 da Rua João Alfredo com a Praça Independência (Atual D. Pedro II) – Revista A Semana de 15 de abril de 1922
sábado, 21 de maio de 2011
Antiga Soure

Soure no inicio do século XX. Parece ter sido tirada no período do círio da cidade. Detalhe para as mangueiras ainda bem jovens.
Fonte : Acervo familiar.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Dois Gigantes

Getúlio Vargas e Magalhães Barata pequenos na altura, gigantes no porte ! Visita do presidente em Belém.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Belém da Saudade II

Fotografia de Fidanza, F. A. - 1875 -(Coleção Alphons Stübel. Acervo Leibniz-Insrirut Für Länderkunde)
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
O BRASÃO DE ARMAS DO BARÃO DE IGARAPÉ-MERIM
Antonio Gonçalves Nunes foi agraciado com o titulo de Barão de Igarapé-Merim no dia 3 de março de 1883, pelos serviços prestados na questão da colonização estrangeira no Pará.
Com o intuito de guardar na memória os seus honrosos títulos mandou confeccionar o seu Brasão de Armas.
Nas próprias palavras do Barão encontramos a explicação do Brasão:
“ Campo verde referente ao lençol da eterna verdura que cobre a região Amasonica na qual vive o agraciado.
Escudo partido diagonalmente pela faixa, sendo a parte superior delle dominada pelo symbolo da religião do agraciado e, na inferior derrama um aquário o rio Igarapé-merim, o qual , depois de banhar a Villa de mesmo nome beija, alem, em uma de suas bifurcações, o engenho, para cannas, de que é proprietário o agraciado.
E tudo encimado pela coroa de Barão.” ( Carta para Rodrigues da Costa, solicitando a fabricação de Louças e Vitros do Brasão em França)


